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glee

 

Glee é uma série de televisão criada e produzida por Ryan MurphyBrad Falchuk e Ian Brennan para a Fox. A série foi exibida em mais de 60 países entre 2009 e 2015, tendo altos índices de audiência desde a sua estreia. 

O conceito da série era explorar situações verossímeis ou próximas do cotidiano de qualquer pessoa, através dos personagens que sempre se deparam com situações constrangedoras ou para as quais não têm solução ou resposta imediata, mostrando o lado psicológico destes (em diálogos interiores, narrados em off). Têm-se ao final - dos episódios ou da temporada - uma reviravolta espetacular, com a solução do dilema. GLEE é uma formidável experiência de seriado sem o clima de "conto de fadas" muito comum em programas do gênero; mas que contém a estética do cinema Block-Buster.

Glee foi um marco cultural de boa-fé, e se tornou um fenômeno mundial em pouco tempo possuindo aclamação da crítica, uma base de fãs, mais de 43 milhões de músicas vendidas, duas turnês[1] de concertos esgotados, prestígios vindos da casa branca, e inúmeros prêmios que incluem três Globos de Ouro, quatro Emmy Awards, seis Satelit Awards e cinquenta e sete outros prêmios.

A história de Glee se passa na fictícia William McKinley High School, em Lima, Ohio, e gira em torno de um grupo de estudantes entusiasmados e ambiciosos na sua luta para viver seu cotidiano nos cruéis corredores do colégio. Will Schuester assume a direção do clube do coral e tenta restaurar à sua antiga glória, além de estar sempre defendendo a existência do clube para a treinadora Sue Sylvester que faz tudo para acabar com as artes na escola. O foco principal da série são os alunos do clube Glee, assim como seus relacionamentos como casais, seu amor pela música e desejo de popularidade entrando em conflito devido à sua filiação no clube e a preocupação com o status. A trama tem uma pegada mista de música, drama, humor e crítica social, abordando temas embaraçosos, envolvendo religião, bullying, gravidez, sonhos, virgindade entre outros.

A trama também possui dezesseis álbuns de trilha sonora, seis álbuns de compilação, onze extended plays (EPs) e quatrocentos e cinquenta singles, onde detém o recorde de maior número de singles a entrar na Billboard Hot 100 chart (203 faixas até à data), superando os registros anteriormente detidas por Elvis Presley, os Beatles e James Brown, além de mais de 13 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo.

A série inclui vários covers de canções, que são interpretadas onscreen pelas personagens.[17] Ryan Murphy é o responsável pela escolha das músicas a serem apresentadas, e disse que se esforça para manter um equilíbrio entre os sucessos das paradas musicais e as obras cantadas no show: "Eu quero que haja algo para todo mundo em todos os episódios. É uma mistura complicada, mas é muito importante — esse equilíbrio."[5] De acordo com ele, a escolha é integral ao desenvolvimento do roteiro; "Cada episódio tem um tema em seu núcleo. Depois que escrevo o texto, eu vou escolher canções que ajudam a mover a história junto."[18] 

 

Em uma entrevista de 2010 com Allison Kugel, Chris Colfer disse que "houve várias vezes que eu cheguei pra Ryan Murphy (criador de Glee) e disse-lhe diversas coisas que aconteceram comigo, e então ele escreve no programa. Ou então ele me pergunta que música eu gostaria de cantar, nesta ou em outra situação. Eu não acho que nenhum de nós diretamente tentamos dar impulso no personagem ou na história, mas eles definitivamente roubam coisas da gente."[19] A partir da segunda temporada, uma mudança em direção ao uso de músicas do Top 40 foi usada, em um esforço de apelar mais para o público entre 18 e 49 anos de idade.[20]

Ryan ficou surpreso com a facilidade com que o uso das composições foram aprovadas pelas gravadoras, e explicou: "Eu acho que a chave para isso é que eles amaram o tom. Eles amaram que esse programa era sobre otimismo e jovens crianças, em sua maior parte, re-interpretando seus clássicos para um novo público."[17] Uma minoria de artistas rejeitou permitir o uso de seu catálogo, como Bryan AdamsGuns N' Roses e Coldplay; entretanto, em junho de 2010, Coldplay voltou atrás em sua decisão, liberando o uso de seu repertório.

 

Adams postou em sua conta no Twitter que os produtores de Glee nunca pediram permissão para uso das obras, e incitou-os a "pegar o telefone".[22] O músico e compositor Billy Joel ofereceu muitas de suas canções para o show,[23] e outros artistas ofereceram o uso de graça.[24] Uma série de trilhas sonoras de Glee foi lançada através da Columbia Records. As canções incluídas são disponibilizadas no iTunes aproximadamente duas semanas antes do episódio em questão ir ao ar, e são colocadas em outras lojas digitas e em operadoras de telefonia móvel uma semana após o capítulo.[12] Além disso, diversos canais no Youtube, como o TheAllGleeMusic, são conhecidos por disponibilizar as versões completas das músicas performadas nos episódios. Os produtores musicais da série, Adam Anders e Peer Åström começaram a incluir músicas originais no programa, como "Loser like Me" e "Get It Right", no episódio de 15 de março de 2011.[25]

A série é coreografada por Zach Woodlee e dispõe de quatro a oito números por episódio.[26] Assim que Murphy escolhe uma música, os direitos autorais são acertados com a editora pelo supervisor musical P. J. Bloom, e os produtores musicais, Anders e Åström, adaptam-as para o elenco.[12] Os números são pré-gravados pelos integrantes, enquanto Woodle constrói os passos acompanhantes, que são ensinados ao conjunto e filmados.[5] Gravações em estúdio das faixas então são realizadas. O processo começa entre seis a oito semanas antes do capítulo ser filmado, e pode terminar tão tarde como o dia antes das gravações.[12] 

 

Os episódios tem um custo de produção de ao menos $3 milhões cada,[5] e podem levar até dez dias para serem filmados, como resultado da elaboração das coreografias.[11] No final de 2010, Bloom relatou que o processo tem sido ainda mais curto; "tão rápido quanto algumas semanas".[20] Para a segunda temporada, os criadores ofereciam listas das canções para editoras e gravadoras com antecedência, com a concepção do episódio ocorrendo antes mesmo dos direitos serem acertados.[20]

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